DAFE 2010/ 2011 - "Lutar também é Educar!"
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
EGEPe - Encontro Gaúcho de Estudantes de Pedagogia: INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O EGEPe 2011
CONFIRMADO: inscrições no período de 31 de julho a 26 de agosto de 2011.
ACESSE A P..."
sexta-feira, 29 de julho de 2011
A creche é um direito tanto da criança quanto da mãe!!!
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Saiu a nova data e novo local do EGEPE 2011
Atestados da Semana Acadêmica!!!!
DAFE esta nesta luta
A educação é um direito fundamental de todas as pessoas. Possibilita maior protagonismo no campo da cultura, da arte, da ciência e da tecnologia, fomenta a imaginação criadora e, por isso, amplia a consciência social comprometida com as transformações sociais em prol de uma sociedade justa e igualitária. Por isso, a luta dos trabalhadores na constituinte buscou assegurá-la como “direito de todos e dever do Estado”.
No entanto, o Estado brasileiro, por expressar os interesses dos ‘donos do poder’, não cumpre sua obrigação Constitucional. O Brasil ostenta nesse início de século XXI, se comparado com outros países, incluindo vizinhos de América Latina, uma situação educacional inaceitável: mais de 14 milhões de analfabetos totais e 29,5 milhões de analfabetos funcionais (PNAD/2009/IBGE) – cerca de um quarto da população - alijada de escolarização mínima. Esses analfabetos são basicamente provenientes de famílias de trabalhadores do campo e da cidade, notadamente negros e demais segmentos hiperexplorados da sociedade. As escolas públicas – da educação básica e superior - estão sucateadas, os trabalhadores da educação sofrem inaceitável arrocho salarial e a assistência estudantil é localizada e pífia.
Há mais de dez anos os setores organizados ligados à educação formularam o Plano Nacional de Educação – Proposta da Sociedade Brasileira (II Congresso Nacional de Educação, II Coned, Belo Horizonte/MG, 1997). Neste Plano, professores, entidades acadêmicas, sindicatos, movimentos sociais, estudantes elaboraram um cuidadoso diagnóstico da situação da educação brasileira, indicando metas concretas para a real universalização do direito de todos à educação, mas, para isso, seria necessário um mínimo de investimento público da ordem de 10% do PIB nacional. Naquele momento o Congresso Nacional aprovou 7% e, mesmo assim, este percentual foi vetado pelo governo de então, veto mantido pelo governo Lula da Silva. Hoje o Brasil aplica menos de 5% do PIB nacional em Educação. Desde então já se passaram 14 anos e a proposta de Plano Nacional de Educação em debate no Congresso Nacional define a meta de atingir 7% do PIB na Educação em ... 2020!!!
O argumento do Ministro da Educação, em recente audiência na Câmara dos Deputados, foi o de que não há recursos para avançar mais do que isso. Essa resposta não pode ser aceita. Investir desde já 10% do PIB na educação implicaria em um aumento dos gastos do governo na área em torno de 140 bilhões de reais. O Tribunal de Contas da União acaba de informar que só no ano de 2010 o governo repassou aos grupos empresariais 144 bilhões de reais na forma de isenções e incentivos fiscais. Mais de 40 bilhões estão prometidos para as obras da Copa e Olimpíadas. O Orçamento da União de 2011 prevê 950 bilhões de reais para pagamento de juros e amortização das dívidas externa e interna (apenas entre 1º de janeiro e 17 de junho deste ano já foram gastos pelo governo 364 bilhões de reais para este fim). O problema não é falta de verbas públicas. É preciso rever as prioridades dos gastos estatais em prol dos direitos sociais universais.
Por esta razão estamos propondo a todas as organizações dos trabalhadores, a todos os setores sociais organizados, a todos(as) os(as) interessados(as) em fazer avançar a educação no Brasil, a que somemos força na realização de uma ampla campanha nacional em defesa da aplicação imediata de 10% do PIB nacional na educação pública. Assim poderíamos levar este debate a cada local de trabalho, a cada escola, a cada cidade e comunidade deste país, debater o tema com a população. Nossa proposta é, inclusive, promover um plebiscito popular (poderia ser em novembro deste ano), para que a população possa se posicionar. E dessa forma aumentar a pressão sobre as autoridades a quem cabe decidir sobre esta questão.
Convidamos as entidades e os setores interessados que discutam e definam posição sobre esta proposta. A idéia é que façamos uma reunião de entidades em Brasília (dia 21 de julho, na sede do Andes/SN). A agenda da reunião está aberta à participação de todos para que possamos construir juntos um grande movimento em prol da aplicação de 10% do PIB na educação pública, consensuando os eixos e a metodologia de construção da Campanha.
Junho de 2011.
ABEPSS, ANDES-SN, ANEL, CALET-UnB, CFESS, COLETIVO VAMOS À LUTA, CSP-CONLUTAS, CSP-CONLUTAS/DF, CSP-CONLUTAS/SP, DCE-UnB, ENECOS, ENESSO, EXNEL, FENED, MST, MTL, MTST/DF, MUST, OPOSIÇÃO ALTERNATIVA, CSP-CONLUTAS/RN, PRODAMOINHO, SEPE/RJ, SINASEFE, SINDREDE/BH, UNIDOS PRÁ LUTAR.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
DAFE CONVIDA A TOD@S PARA O 1º ENCONTRO DE NEGRAS E NEGROS DA UFGRS

Programação
Sexta Feira (10/06)
Local: Auditório da FACED
18hs- Atividade Cultural
19hs-Mesa: “A Luta histórica pela emancipação das negras e dos negros no Brasil e os desafios da atualidade.”
Professor Mario Maestri
Onir de Araújo
DCE
Quilombo Raça e Classe da CSP-Conlutas
DCE/UFPEL
Sábado(11/05)
Local: Auditório da FACED
9HS- Mesa: "Debatendo as cotas Raciais, por uma UFRGS Pública e Popular"
ANDES-SN
ASSUFRGS
DCE
DEDS
das 13:30 as 16hs- GD's
Mulheres
Juventude
Saúde
Educação
Cultura
17hs- Plenária Final
20hs- Margem Abandonada Medeamaterial Paisagem com Argonautas (no Clube da Cultura, Rua Ramiro Barcelos, 1853)
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Dafe convida
Data: 01-06-2011 das 10h às 12h da manhã, sala 101
Marco regulatório e as reivindicações d@s trabalhador@s docentes: Trabalho docente, Formação Profissional e Piso Salarial
Professora Neiva Lazzaroto - CPERS
Professor Celso Stefanoski - SINPRO RS
Debatedora: Professora. Laura Fonseca - ANDES/UFRGS
Organização: Turma EDU3030 – Trabalho, Educação e Profissão - Profe. Rita de Cássia Machado
Semana Acadêmica 2011
“É a primeira vez que consigo participar de toda a Semana Acadêmica. Vocês estão de parabéns!
Coloco regular na mesa IV porque as pessoas que estavam escritas para ela não compareceram, mas a palestrante que fez sua fala sozinha, foi ótima.
Gostei bastante da mesa III, achei uma inovação a mesa ser composta somente por estudantes.
A mesa V foi super integradora, adorei a idéia de se fazer um circulo para a conversa, sem ter uma hierarquia entre mesa/platéia.
A Semana Acadêmica valeu muito a pena, nota 10!”
Estudante da pedagogia
Em cinco semestres que freqüento aulas na faculdade nunca havia participado da Semana Acadêmica e nem tinha noção de como é uma semana rica de conhecimentos e saberes trocados. Agora acredito que todos os alunos da FACED deveriam participar desta, nem que fosse apenas escutando.
Estudante da pedagogia
Achei o tema bastante pertinente.
A organização foi satisfatória.
Sugiro que nas mesas tenham pessoas com pontos de vista opostos, para que nós, ouvintes possamos entender os dois lados das situações.
Estudante da Pedagogia
O tema abordado foi bem pensado e desenvolvido pelos debates, palestras e os cursos. Foi uma semana importante para Pedagogia que eu gostei muito de participar.
Estudante da Pedagogia
Caros estudantes
Em nome do Grupo de Pesquisa DIF-ARTISTAGENS, FABULAÇÕES, VARIAÇÕES;
da Linha de Pesquisa 09, FILOSOFIA DA DIFERENÇA E EDUCAÇÃO;
do Programa OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO CAPES/INEP com o Projeto "ESCRILEITURAS: LER-ESCREVER EM MEIO À VIDA"; desejamos ao DAFE sucessos na organização e desenvolvimento da Semana Acadêmica 2011.
Atenciosamente,
Profª Sandra Mara Corazza/UFRGS
quarta-feira, 18 de maio de 2011
OBS:
Inscrições:
1) As inscrições poderão ser realizadas no início de cada dia da semana acadêmica;
2) O pagamento para obtenção do certificado é de R$ 4,00 (quatro reias) podendo este ser pago no momento do credenciamento;
Oficinas:
O material para a realização das oficinas é de responsabilidade de cada estudante.
Em breve, tabela com as oficinas e seus respectivos materiais.